Uma verdadeira campanha salarial indica que primeiro a
categoria se reúne em assembleia para então definir qual a pauta para
negociação. Não é isso que vem acontecendo. A direção do Sinte/RN chamou a
primeira assembleia às portas do mês de março. Tudo indica que aguardou os
cálculos do MEC e do governo federal para, então, submeter a luta ao simples
reajuste do Piso salarial. O governo Fátima, por sua vez, ignora a data-base
quando impõe um calote de dois meses para todos os professores, com a exceção
de uma pequena parcela do magistério.
Até mesmo um direito legal como o Piso é ignorado pelo
governo a ponto negar o reajuste mensal desde janeiro, que está bem abaixo do
Salário Vital, calculado pelo DIEESE em R$ 7.106,15 (referente a janeiro de
2026), necessário para uma família se manter.
Devemos lembrar que o Piso é apenas um aspecto da campanha salarial e esse atraso do governo gera retroativos em relação a data-base legal. Assim, a tendência é a direção do sindicato conduzir para a judicialização, como foi feito em 2023-2025, de modo que a campanha salarial própria, para além do Piso, é marginalizada mais uma vez.
· Por
um Piso Vital!
· Por
uma campanha salarial própria!
·
Que o governo pague todos retroativos!

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