Abaixo
o ponto eletrônico!
Chega
de descontos injustos!
Pagamento
imediato do piso salarial a todos!
O governo
Jaime Calado PSD intensifica o processo de precarização da educação. Os
bolsistas, que ganham a miséria de R$ 609,00, estão batendo o ponto eletrônico
e, da mesma forma que ocorrem descontos com os trabalhadores efetivos, os
bolsistas, mesmo justificando as ausências, estão sofrendo cortes no valor de
sua bolsa com descontos que variam de R$ 60,00 a R$ 90,00.
O valor
da bolsa de estudo não cumpre com a sobrevivência dos estudantes, que precisam
conciliar trabalho com estudo. Assim se deu com os cooperados da COOPEDU, que
sofrem com o processo de precarização extrema de professores, cuja remuneração
é menor do que o salário mínimo. No decorrer do recesso de julho, de quinze
dias, tiveram descontos que variaram de R$ 400,00 a R$ 300,00. Mesmo ganhando
em média R$ 1.300,00, ainda têm de suportar os atrasos de salário, o que piora
mais a vida dos desses trabalhadores que enfrentam 40h semanais, em dois
turnos.
Os
professores temporários estão sem receber o percentual de 5,4% do piso do
magistério de 2026, assim como os aposentados, e parte da categoria. A
prefeitura nem fala em retroativos, divide a categoria, congela salários e
persegue estes trabalhadores.
É
importante a unidade entre os trabalhadores efetivos, bolsistas, temporários e
cooperados na defesa de um salário mínimo vital para manter a vida. A luta pela
efetivação dos trabalhadores precarizados passa pela organização coletiva do
magistério. Por isso, é importante que a direção do SINTE chame uma assembleia
para organizar a luta em torno das reivindicações.
· Abaixo o ponto eletrônico!
· Pagamento imediato do piso do
magistério a todos!
· Nenhum desconto salarial!
· Fim da cooperativa! Efetivação dos
professores cooperados!
· Efetivação dos professores
temporários!
·
Que
nenhum trabalhador ganhe menos que o salário mínimo vital!
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