22/07/2026

Abaixo o ponto eletrônico!

Abaixo o ponto eletrônico!

Chega de descontos injustos!

Pagamento imediato do piso salarial a todos!

 

O governo Jaime Calado PSD intensifica o processo de precarização da educação. Os bolsistas, que ganham a miséria de R$ 609,00, estão batendo o ponto eletrônico e, da mesma forma que ocorrem descontos com os trabalhadores efetivos, os bolsistas, mesmo justificando as ausências, estão sofrendo cortes no valor de sua bolsa com descontos que variam de R$ 60,00 a R$ 90,00.

O valor da bolsa de estudo não cumpre com a sobrevivência dos estudantes, que precisam conciliar trabalho com estudo. Assim se deu com os cooperados da COOPEDU, que sofrem com o processo de precarização extrema de professores, cuja remuneração é menor do que o salário mínimo. No decorrer do recesso de julho, de quinze dias, tiveram descontos que variaram de R$ 400,00 a R$ 300,00. Mesmo ganhando em média R$ 1.300,00, ainda têm de suportar os atrasos de salário, o que piora mais a vida dos desses trabalhadores que enfrentam 40h semanais, em dois turnos.

Os professores temporários estão sem receber o percentual de 5,4% do piso do magistério de 2026, assim como os aposentados, e parte da categoria. A prefeitura nem fala em retroativos, divide a categoria, congela salários e persegue estes trabalhadores.

É importante a unidade entre os trabalhadores efetivos, bolsistas, temporários e cooperados na defesa de um salário mínimo vital para manter a vida. A luta pela efetivação dos trabalhadores precarizados passa pela organização coletiva do magistério. Por isso, é importante que a direção do SINTE chame uma assembleia para organizar a luta em torno das reivindicações.

·       Abaixo o ponto eletrônico!

·       Pagamento imediato do piso do magistério a todos!

·       Nenhum desconto salarial!

·       Fim da cooperativa! Efetivação dos professores cooperados!

·       Efetivação dos professores temporários!

·       Que nenhum trabalhador ganhe menos que o salário mínimo vital!

Governo Fátima desrespeita direitos básicos dos servidores da educação

Governo Fátima desrespeita direitos básicos dos servidores da educação

A política de austeridade foi cumprida fielmente pelo governo Fátima (PT), amargando a categoria do magistério com frequentes calotes. Os professores da ativa tiveram a promessa de receber o adiantamento do 13° no dia 11 de agosto, mas o governo sequer menciona o pagamento do 13° dos aposentados. Além disso, o governo não dá indícios de cumprir com o pagamento do 1/6 de férias dos professores da ativa. Ou seja, novamente a crise orçamentária é despejada sobre as contas do servidor público.

Após o governo exonerar uma grande quantidade de temporários segue convocando uma quantidade ínfima de professores, sendo que a lista de aprovados ainda é insuficiente para sanar as lacunas da rede estadual. Os que estão em sala de aula enfrentam a superlotação, que facilmente ultrapassa 40 alunos e nos casos extremos chega a 50 alunos/turma. Enquanto a SEEC busca utilizar portaria para “juntar turmas pequenas”, devemos lutar por melhores condições de trabalho, com no máximo 20 alunos por turma.

Essa política de corte de gastos na educação é recorrente. A categoria ainda aguarda o pagamento dos retroativos de 2023, 2024 e 2025, que seguem nas ações jurídicas. E, novamente, o governo se recusa pagar o retroativo de 2026 gerado pelo próprio atraso nas negociações. Dessa forma, desrespeita a lei do piso, além de desconsiderar sua implementação no mês de janeiro.

O governo busca enfraquecer a unidade da categoria, atacando, com mais intensidade, os elos sensíveis como é o caso aposentados e temporários. Quando um segmento da categoria é atacado, todos sofrem o golpe, por isso precisamos lutar pela unidade e solidariedade de classe na carreira do magistério.

 

·     Pela paridade salarial entre ativos e aposentados. Pagamento imediato do 13°!

·     Pelo pagamento do 1/6 de férias aos professores da ativa.

·     Convocação imediata dos professores aprovados!

·     Efetivação dos temporários. Emprego à todos!

·     Redução de alunos por turma. Máximo de 20 alunos, e não mais que 10 no ensino infantil.

Toda força à construção da greve do magistério de Natal

Toda força à construção da greve do magistério de Natal

A mesa de negociação entre o sindicato e a prefeitura se esgotou. Sequer houve remarcação para uma próxima reunião. Isso mostra que a verdadeira pressão na negociação com os governos e patrões ocorre quando os trabalhadores estão em luta, e a greve é a maior expressão da luta coletiva da categoria.

Os efeitos da privatização da cozinha das escolas já estão sendo sentidos pelos trabalhadores, com restrições de acesso ao lanche de professores e funcionários, o que abre precedentes para que haja cobrança de taxas. O constrangimento de crianças ao impor a leitura biométrica, para racionar o máximo possível a comida, contrasta com o uso do dinheiro público para contratar as empresas responsáveis pela invasão à intimidade e à imagem dos alunos, em vez de garantir que haja mais comida para os estudantes.

Trata-se de um nível mais avançado de privatismo e seus efeitos no interior das escolas e nos estudantes. A escola pública não pode ser lugar de interesses privados, por serem contrários ao interesse público. Por isso, é importante que o magistério lute contra a privatização da escola, em defesa da escola pública.

As condições de trabalho, a defasagem salarial (em mais de 60%), a carga horária abusiva, a ausência de planejamento adequado, toda essa opressão é agravada pela privatização. A coexistência de três regimes de trabalho diferentes, fragmentando a categoria, aprofunda os ataques da prefeitura. Contra tudo isso, é importante organizar a luta em torno às reivindicações vitais do magistério:

·     Abaixo a privatização da escola pública! Fora as empresas privadas da cozinha!

·     Redução da jornada, sem redução salarial (garantia do dia de planejamento);

·     Recomposição imediata das perdas salariais de mais de 60% (equiparando os salários entre os professores);

·     Nada de nível N0 para os novos professores! Iniciar a carreira partir do N1-A em diante;

·     Progressões automáticas, a cada 2 anos, a partir do ingresso no cargo!

·     Redução de alunos por turma. Máximo de 25 alunos, e não mais que 15 no ensino infantil.


ABAIXO A INTERVENÇÃO DA JUSTIÇA BURGUESA NA GREVE DO MAGISTÉRIO DE NATAL!

ABAIXO A INTERVENÇÃO DA JUSTIÇA BURGUESA NA GREVE DO MAGISTÉRIO DE NATAL!   Pelo Direito irrestrito de greve!   QUE A PREFEITURA ATENDA IMED...