22/07/2026

Governo Fátima desrespeita direitos básicos dos servidores da educação

Governo Fátima desrespeita direitos básicos dos servidores da educação

A política de austeridade foi cumprida fielmente pelo governo Fátima (PT), amargando a categoria do magistério com frequentes calotes. Os professores da ativa tiveram a promessa de receber o adiantamento do 13° no dia 11 de agosto, mas o governo sequer menciona o pagamento do 13° dos aposentados. Além disso, o governo não dá indícios de cumprir com o pagamento do 1/6 de férias dos professores da ativa. Ou seja, novamente a crise orçamentária é despejada sobre as contas do servidor público.

Após o governo exonerar uma grande quantidade de temporários segue convocando uma quantidade ínfima de professores, sendo que a lista de aprovados ainda é insuficiente para sanar as lacunas da rede estadual. Os que estão em sala de aula enfrentam a superlotação, que facilmente ultrapassa 40 alunos e nos casos extremos chega a 50 alunos/turma. Enquanto a SEEC busca utilizar portaria para “juntar turmas pequenas”, devemos lutar por melhores condições de trabalho, com no máximo 20 alunos por turma.

Essa política de corte de gastos na educação é recorrente. A categoria ainda aguarda o pagamento dos retroativos de 2023, 2024 e 2025, que seguem nas ações jurídicas. E, novamente, o governo se recusa pagar o retroativo de 2026 gerado pelo próprio atraso nas negociações. Dessa forma, desrespeita a lei do piso, além de desconsiderar sua implementação no mês de janeiro.

O governo busca enfraquecer a unidade da categoria, atacando, com mais intensidade, os elos sensíveis como é o caso aposentados e temporários. Quando um segmento da categoria é atacado, todos sofrem o golpe, por isso precisamos lutar pela unidade e solidariedade de classe na carreira do magistério.

 

·     Pela paridade salarial entre ativos e aposentados. Pagamento imediato do 13°!

·     Pelo pagamento do 1/6 de férias aos professores da ativa.

·     Convocação imediata dos professores aprovados!

·     Efetivação dos temporários. Emprego à todos!

·     Redução de alunos por turma. Máximo de 20 alunos, e não mais que 10 no ensino infantil.

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