É
preciso lutar pelo fim da fragmentação em três regimes no Magistério de Natal
Unificar
a luta com o magistério estadual!
Pelo
repasse integral do Piso de 2026
Pagamento imediato dos mais de 60% das perdas salariais
Mal foram convocados, os professores
do novo regime de contratação (LC 241/2024) já enfrentam um avançado grau de
precarização do trabalho.
O direito ao planejamento
(hora-atividade) não tem sido cumprido integralmente. Em muitas unidades de
ensino não existe clareza quanto a esse direito. Além disso, os professores que
não têm aulas em horários consecutivos, são proibidos de cumprir o planejamento
nas janelas entre uma aula e outra, sendo obrigados a somente planejar no
contraturno ou no final das aulas de um turno.
Essa imposição autoritária não leva
em conta o fato de que muitos professores são forçados a assumirem outros
vínculos para complementação de renda, de modo que a obrigação de planejar na
escola somente no contraturno, inviabiliza o deslocamento do docente.
Professores chagaram a relatar que não conseguiam sequer almoçar.
Outro grave problema é a estrutura
da carreira. A LC 241 criou o chamado “Nível-N”, que a categoria apelidou de
“Nível Nada”, pois, segundo a lei, é o nível de ingresso na carreira em que
todos os convocados só passarão para o Nível-1 apenas depois de três anos do
estágio probatório. Ou seja, trata-se de um mecanismo para a prefeitura
protelar a progressão na carreira. Com isso, mesmo quem já tiver pós-graduação
não vai progredir automaticamente, como era na LC 058, mas apenas depois do
probatório.
Como se não bastante tudo isso,
ainda tem o odioso sábado letivo, que sufoca o professor, depois de uma semana
inteira de trabalho.
Apesar de a necessidade de professor
ser enorme na rede, a prefeitura demora a convocar o Cadastro Reserva, mesmo com
a criação de insuficientes 300 vagas, não levando em conta as demais vacâncias
de toda a rede, abrindo brecha para ampliação de contratações temporárias.
O principal problema é que os
professores do município foram fragmentados em três regimes, o que acentua a
divisão e dificulta a unidade dos trabalhadores.
A Corrente Proletária na Educação
entende que é necessário organizar uma plataforma de reivindicações e lutar por
ela por meio da unidade entre os professores.
·
Fim
da fragmentação em três regimes (058, 114 e 241)!
·
Unificar
em torno de um piso salarial vital (segundo o Dieese, R$ 7.147,91)!
·
Jornada
máxima de 20h, sem redução de salário!
·
Pelo
reconhecimento integral do 1/3 de hora-atividade!
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Planejamento
em local de livre escolha do docente!
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Progressões
automáticas, a cada 2 anos, a partir do ingresso no cargo!
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Máximo
de 25 alunos por turma; e não mais que 15 alunos na educação infantil!
·
Recomposição
imediata das perdas salariais de mais de 60%!
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